7 de fevereiro de 2010

14 de janeiro de 2010

ESTAMOS A CAMINHAR...


[4º encontro COC – 9 e 10 Janeiro, no Convento de São Francisco em Leiria]
Faltam 114 dias para o Congresso!!!

2 de dezembro de 2009

Um desabafo!

‘Ser jovem franciscano é uma opção de vida, uma vocação. (…) é encontrarmo-nos com Cristo, ao jeito de Francisco, e segui-Lo, pois, quando nos encontrarmos com este Cristo e nos deixamos seduzir por Ele, é impossível ficarmos indiferentes.’[‘Identidade do Jovem cristão e franciscano’ – reflexões do Encontro Plenário 2009].


Será????


Sentimos mesmo isto no fundo do coração?? Porque será então tão dificil encontrarmo-nos???

Compreendemos realmente o que é ser Jovem Franciscano? Comprometemo-nos com isso???


Irmãos tenho pensado muito sobre isto, como é possivel vivermos desta forma tão inconstante? No passado encontro plenário chegamos à conclusão que teriamos de fazer algo para reencontrar o caminho, que Cristo valia a pena. Concluímos que a Jufra era um caminho para alcançar o evangelho, muita "pedra" se partiu e desde esse dia algumas obras se conseguiram, mas (perdoem-me se sou rude nas palavras) nem sequer um recomeçar conseguimos...

Aproxima-se o dia nacional e parece que todos nós estivemos hibernados, não há ligação entre nós, nos ultimos anos tem sido dificil sequer juntar 20 de nós para rezar. Porquê???

Não me preocupa o número mas sim o desalento, a falta de compromisso demonstrada por alguns de nós...

É preciso repensar urgentemente a nossa Vida, o nosso Caminho, isto se achamos que realmente vale a pena...


Estarão os nossos animadores realmente comprometidos com Cristo, estaremos nós conscientes da missão que nos foi confiada??? Recentemente alguém dizia: «o animador é aquele que, como Cristo, dá vida e vida em abundância», que vida teêm os nosso grupos, e através deles a nossa Jufra??


Cada ano somos menos, que propostas temos para cativar outros no caminho de Cristo???

O evangelho é algo assim tão fora de moda???

Não percebo o que se passa... Se calhar a nossa Jufra é mesmo isso, nossa... E o que é do mundo fica no mundo...


Desculpem se sou rude ou mau, mas às vezes é preciso desabafar mandar para fora, talvez ainda haja alguém que leia este blog... A vós que Deus vos abençoe e vos guarde...


Até Sabado...

19 de novembro de 2009


‘Ser jovem franciscano é uma opção de vida, uma vocação. (…) é encontrarmo-nos com Cristo, ao jeito de Francisco, e segui-Lo, pois, quando nos encontrarmos com este Cristo e nos deixamos seduzir por Ele, é impossível ficarmos indiferentes.’
[‘Identidade do Jovem cristão e franciscano’ – reflexões do Encontro Plenário 2009].


Paz e bem irmãos jufristas e amigos em Cristo!


É com verdadeira alegria que a COC (Comissão Organizadora do Congresso) vos quer saudar a todos, num gesto de amor fraterno. Esperamos que se encontrem bem, animados nesta caminhada que percorremos, lado a lado.
Não foi por acaso que marcámos o início deste texto com reflexões que brotaram do Encontro Plenário. Foi um fim-de-semana marcante, porque ousámos redescobrir quem somos. E não descobrimos que hoje somos diferentes, mais ousados ou originais. Ousámos redescobrir quem somos, porque, no momento que vivemos agora, sentimos a necessidade de parar. Parar para pensar. Pensar para discernir. E afinal, redescobrimos que há Vida em nós!
Porque cada momento da caminhada é único e irrepetível e, porque cada momento da caminhada só ganha sentido se aliado a uma vivência que se quer cada vez mais aprofundada, dêmos graças ao Senhor porque nos deu o hoje, momento de graça presente que somos convidados a viver.
E é neste momento do nosso trilho rumo ao Congresso, que nós, COC, queremos dar-nos a conhecer um pouco mais. Por isso, preparámos esta pequena apresentação. Será também neste espaço da blogosfera que iremos marcar as nossas e as vossas pegadas, que faremos em conjunto até aos dias 7, 8 e 9 de Maio de 2010.
Sigamos em frente! Porque não há caminho. Faz-se caminho a caminhar.

Aqui deixamos um abraço fraterno para todos e cada um de vós!


P’la Comissão Organizadora do Congresso,


Teresa Oliveira
jufra.coc2010@gmail.com



39º 44' 29.52''N 8º 48' 41.54''W
Caminha!

11 de novembro de 2009

São Francisco de Assis e Santa Clara de Assis

Nova Direcção da Família Franciscana Portuguesa


A Assembleia Geral do dia 19 de Outubro de 2009 elegeu nova Direcção que irá animar a vida da Família Franciscana Portuguesa, coordenando todas as actividades planeadas e promovendo iniciativas específicas ao longo dos próximos três anos.Conta, também, com a directa colaboração do Centro de Franciscanismo, seu orgão executivo, sedeado em Leiria, em ordem ao conhecimento e promoção da identidade franciscana e à formação e difusão da espiritualidade franciscana.
Foram eleitos:

Presidente - Frei Vítor Melícias, Franciscano (OFM)

Secretária - Irmã Palmira da Conceição Mendes, Franciscana Missionária da Mãe do Divino Pastor (FMMDP)

Tesoureiro - Irmão Reinaldo Ferreira dos Santos, Ordem Franciscana Secular (OFS)

Vogais - Frei António Silva Martins, Franciscano Capuchinho (OFMCap) e Irmã Lurdes Farinha Alves, Franciscana Missionária de Maria (FMM)


A Família Franciscana Portuguesa,é constituída pelos seguintes Institutos e Organismos Juvenis:


- Ordem dos Frades Menores- Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

- Ordem dos Frades Menores Conventuais- Ordem de Santa Clara

- Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição

- Franciscanas Missionárias da Mãe do Divino Pastor

- Franciscanas da Imaculada Conceição- Franciscanas da Imaculada

- Franciscanas Missionárias de Maria- Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora

- Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias

- Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho

- Escravas da Sma. Eucaristia e da Mãe de Deus

- Concepcionistas ao Serviço dos Pobres- Fraternidade Franciscana da Divina Providencia

- Servas Franciscanas de Nossa Senhora das Graças

- Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado

- Franciscanas Evangelizadoras de N. Sra. da Esperança

- Ordem Franciscana Secular- Pequena Família Franciscana

- Fraternidade dos Irmãozinhos de São Francisco de Assis

- Juventude Franciscana

- Clarissas do Mosteiro de Nossa Senhora de África (Angola)

- Clarissas do Mosteiro de Santa Clara (Brasil)

- Concepcionistas Franciscanas - Sta. Beatriz da Silva (Viseu)

- Ordem da Imaculada Conceição (Campo Maior)


8 de setembro de 2009

"Sóis de Bênção" os nossos manos missionários


Vejam e comentem o Blog dos nossos queridos irmãos da Jufra Algarve, tiveram uma experiência riquíssima de encontro com os irmãos de Chimoio.
Aqui fica uma partilha que poderão lá encontrar:

«Uma experiência marcante, um desenrolar de sentimentos, momentos únicos, inesquecível...

É assim que em breves palavras caracterizo o tempo que vivemos em Chimoio.Arriscaria a dizer que toda esta experiência foi sublime demais. (Con)viver com pessoas que nos eram desconhecidas mas que se tornaram próximas desde logo, sentir o olhar carinhoso e sensível das crianças, ser surpreendido com mimos quando menos esperamos, viver realmente algo que não nos pertence, mas que na verdade, sentimo-nos parte integrante dessa realidade. Foi único!Sim! Existem diferenças que nos tocam o coração, desigualdades que parecem distanciar, cada vez mais, povos que partilham a mesma Terra, mas tudo isso é compensado pela alegria de viver, pela fé, pelo olhar profundo e sentido, pela tamanha humildade e hospitalidade, pelo sorriso que a toda a hora nos faz reviver cada momento...Tanta doçura... só pode ficar, para sempre, guardada em cada um de nós.

Com saudade,Paz e Bem*»

in http://www.soisdebencao.blogspot.com/

7 de setembro de 2009

"Effata - Abre-te"

Esta é a história de uma noite especial, um encontro diferente daqueles a que estamos habituados.


A noite de 5 para 6 foi especial, 40 jovens de vários grupos diposeram-se a traçar um caminho de descoberta e aprofundamento de fé. Uma directa radical, não pela radicalidade das actividades aí realizadas mas pela espiritualidade vivida.



No dia seguinte estou sem palavras, apenas sentimentos me veem à memória, e estes são difíceis de descrever mas vou tentar.

No encontro "Effata", senti que estávamos unidos, tal como Francisco, no caminho de Cristo. Percorremos algumas dificuldades mas nada foi impossível porque estivemos sempre juntos Nele. Iniciamos o nosso percurso um pouco divididos, alguns receosos de se aproximarem de outros jovens que não conheciam, mas ao longo da caminhada foi bonito observar como todos se sentiram um só.
Afinal de contas somos realmente todos irmãos num mesmo Cristo.
Uma caminhada acima de tudo de oração e amor, um caminho que, depois de percorrido, nos deixa marcas e nos impele a sermos diferentes. É-nos agora impossível estar separados, estaremos para sempre unidos no mesmo ideal, proclamar a Cristo ao jeito de Francisco.
Foi o início de mais um ano pastoral em força, um "empurrão" valente para enfrentar tempos conturbados em que cada vez somos menos a acreditar num Deus que nos ama e faz tudo para nos ver felizes.

Vamos em frente irmãos queridos, não tenhamos medo de continuar, Ele precisa da nossa juventude e acredita na nossa coragem. Sejamos capazes de nos comprometer nas nossas paróquias nos nossos grupos, porque juntos somos fortes.




"Só quando somos fracos é que somos fortes" em Cristo somos sempre felizes e faremos os outros felizes.




Nuno Matos (Sec. Zona Centro)

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2 de setembro de 2009

EUROFRAME 09

Paz e Bem meus irmãos!


É com o coração a transbordar de alegria que me sento para escrever esta pequena partilha. É tão grande o turbilhão de sentimentos que neste momento me atravessa que nem sei por onde começar. Talvez pelas caminhadas, ou pelas refeições, ou pelas peripécias que foram acontecendo, ou por todas as pessoas maravilhosas que conheci, ou pelos laços que fortaleci com aqueles que já conhecia, ou pela indescritível e emocionante chegada a Santiago, ou pelo encontro com o Cardeal Óscar Maradiaga… Bem, que tal começar mesmo pelo início diriam vocês?! Comecemos então!
No dia 9 de Agosto, partimos de Leiria rumo ao país vizinho, mais propriamente à cidade de Léon. Aí fomos calorosamente recebidos pelo grupo Perfecta Laetitia e pelo Bispo de Léon. No dia seguinte iniciámos a nossa caminhada pelos Caminhos de Santiago. Caminhámos durante 26 quilómetros repartidos pelos 2 dias seguintes. Atravessando paisagens maravilhosas fiz silêncio, encontrei-me com Deus, comigo própria, partilhei bons momentos com os meus irmãos que a meu lado caminhavam e orei pedindo ao Senhor forças para caminhar.

E é chegado o grande dia! Em Monte del Gozo fomos saudados pelo Ministro Geral da OFM, Fr. José Rodriguez Carballo. Após este momento, percorremos mais uns quantos quilómetros para finalmente atingirmos o objectivo que nos levava ali. Por mais palavras que possa tentar escrever jamais conseguirei passar para vós aquilo que senti naquele instante, à chegada a Santiago. No rosto de cada um dos meus irmãos transparecia uma profunda alegria. No meu pensamento agradecia a Deus pelo dom da Vida, pela oportunidade de puder estar mais uma vez ali e por cada um dos meus irmãos com quem naquele momento pude cruzar o meu olhar e abraçar.

Nos dias que se seguiram entre as mais emocionantes experiências quero realçar a excelente catequese realizada pelo fantástico e jovem Cardeal Oscar A. Rodriguez Maradiaga, que fez crescer ainda mais em mim o enorme sentimento de querer conhecer mais e mais Cristo, de ao jeito de Francisco de Assis ser sua seguidora. Pois, tal como Ele disse, não podemos amar a quem não conhecemos nem servir a quem não amamos. Quero conhecer Cristo para puder amá-lo e com todo o meu coração cheio d’Ele puder servir o próximo. A reconfortante e restauradora celebração penitencial que teve como pano de fundo a beleza natural e o equilíbrio cósmico existente entre o Oceano Atlântico e o pôr-do-Sol, em Muxia, Finisterra. E, ainda, a presença dos, aproximadamente, 30 portugueses que se deslocaram a Santiago para participar no último dia deste Encontro.

Depois deste muito breve resumo do que aconteceu nesta última semana e de regresso a casa, quero agradecer do mais íntimo do meu coração a cada um de vós com quem tive a bela oportunidade de puder caminhar, rir, rezar, reflectir, partilhar, celebrar, cantar. Obrigada meus irmãos por existirdes. Obrigada por todos os instantes. Obrigada por todas as palavras. Obrigada por todos os abraços. Obrigada por todos os sorrisos. Obrigada por me ajudarem a crescer na Fé e na Fraternidade. E por fim, mas com a maior importância: obrigada meu Deus pelo dom da Vida, da Fé, da Confiança, do Amor e por este sentimento que me preenche e que não consigo transformar em palavras. A Todos e a Ele o meu Muito Obrigada!
Agora no meu coração ecoam duas frases: “Ai de mim se não evangelizar” e “Que o teu ano seja ainda mais cheio de Deus”, obrigada também a quem me as dirigiu.
Fátima Pedro (Poverello)
(obrigado pela partilha manita)

8 de julho de 2009

O papel imprescindível dos Cristãos Leigos


Gosto de recordar as comunidades cristãs primitivas, tal como são referidas nos escritos neotestamentários e nos documentos posteriores dos primeiros séculos: comunidade de Jerusalém, - a primeira de todas -, de Antioquia, de Filipos, de Éfeso, de Roma, de Alexandria e outras. Os seus membros eram conhecidos simplesmente como “cristãos” (Act 12,26). Alguns assumiam determinados ministérios ou serviços: eram os bispos, os presbíteros e os diáconos. Outros ainda, sem funções hierárquicas, eram chamados a realizar tarefas no campo da liturgia, do ensino e do serviço aos irmãos. S. Agostinho viria a escrever mais tarde uma frase que se tornou célebre e que traduzia bem o espírito generalizado na época: “convosco são cristão, para vós sou bispo”. A grande maioria, porém, ou, antes, a quase totalidade era constituída pelos cristãos que viviam a sua fé na vida quotidiana: na esfera familiar, no sector do trabalho e na vida social. Eram o que hoje chamamos os “leigos”. Todos os membros da comunidade tinham um traço comum: apresentavam-se como discípulos de Jesus Cristo; viviam num clima de fraternidade; participavam na Eucaristia dominical, no ensino da mensagem cristã e na ajuda mútua. Se quisermos perceber bem o que significa ser leigo, é bom recordar esses tempos primordiais do cristianismo. O testemunho, por vezes heróico, dos cristãos leigos, ao lado, obviamente, dos bispos e dos presbíteros, foi determinante para o rápido e espectacular crescimento da Igreja. Não desconhecemos os aspectos negativos que sempre existiram, desde a primeira hora, nas comunidades, as suas fragilidades, os seus pecados e escândalos; mas uma coisa é certa: os cristãos representavam uma força espiritual e moral, uma novidade de vida, capaz de atrair as pessoas e transformar as sociedades a partir dos alicerces. Devemos acrescentar no panorama da Igreja das origens uma outra realidade que pouco a pouco foi surgindo e crescendo. Referimo-nos àqueles cristãos e cristãs que se sentiam interpelados por Deus a seguir outras formas de vivência da fé, na oração, na contemplação, na penitência, quer na linha eremítica, quer na linha cenobítica ou de comunidade religiosa. A Igreja cresceu e estendeu os seus ramos a todo o mundo, para usar a imagem da parábola evangélica. Cada época revelou novas virtualidades e obrigou a constantes renovações. No que se refere ao tema que nos ocupa, o papel dos leigos, importa sublinhar que, no decorrer dos séculos, sobretudo a partir da Idade Média, assistir-se-á a um acentuado relevo atribuído ao lugar da hierarquia e dos religiosos no seio da Igreja, ficando os leigos numa situação teologicamente pouco definida e sem o pleno reconhecimento da sua missão eclesial. Isto não quer dizer que não tenham existido sempre leigos e leigas verdadeiramente exemplares, bem como notáveis formas associativas do laicado, de que são exemplo as confrarias, as ordens, as irmandades. Coube, porém, ao século XX assistir à redescoberta do laicado como parte essencial do Povo de Deus, juntamente com os sectores hierárquico e religioso. Para isso, muito contribuiu a Acção Católica e outros movimentos e associações laicais, e o progresso da teologia dos leigos, como componente da eclesiologia. O Concílio Vaticano II viria a representar o momento alto desta acção do Espírito Santo, deixando-nos uma doutrina clara, solidamente fundamentada e fecunda sobre os leigos. Esta doutrina encontra-se, antes de mais, na constituição dogmática Lúmen Gentium, a que se deve ajuntar o decreto Apostolicam Actuositatem. É numa perspectiva global da Igreja como Mistério e como Povo de Deus que se definem a natureza e a missão dos leigos. O documento depois de apresentar a Igreja como Povo de Deus a que todos os cristãos pertencem pelo baptismo, dedica um capítulo a cada uma das suas componentes: a hierarquia, os leigos e os religiosos. Todos formam uma única Igreja. Esta é a sua imagem verdadeira, tanto na sua dimensão universal, como nas suas dimensões mais restritas da diocese ou da paróquia. O reconhecimento teórico e prático da vocação dos leigos, a sua cuidada formação integral, a sua inserção na vida das comunidades, e, acima de tudo, como traço específico e distintivo, o seu empenhamento de cristãos na vida familiar, social, económica, cultural e política constituem tarefa inalienável deste tempo histórico da Igreja. Aos passos já dados nesse sentido, é urgente dar novos e corajosos passos, como recomendava o Papa Bento XVI à Igreja em Portugal, através dos seus Bispos, durante a última visita ad limina.


+ Maurílio de Gouveia, Arcebispo Emérito de Évora in http://www.agencia.ecclesia.pt/