22 de julho de 2013

Obras de Fé | Montes de Caridade

MONTES DE SERVIÇOS!!!!!



 "A caridade dá verdadeira substância à relação com Deus e com o próximo."
 Caridade na Verdade, Carta Encíclica de Bento XVI






16 de julho de 2013

Obras de Fé | Montes de Caridade


Uma sugestão para ti JOVEM... porque não abraçar esta missão?

SER MISSIONÁRIO...

Significa ser discípulo de Cristo e ouvir sem cessar o convite a segui-Lo, o convite a fixar o olhar n’Ele: «Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). O discípulo, de facto, é uma pessoa que se põe à escuta da Palavra de Jesus (cf. Lc 10,39), a quem reconhece como o Mestre. Trata-se, portanto, de cada um de vós deixar-se moldar diariamente pela Palavra de Deus: ela vos transformará em amigos Nifra De Cristo Rey, capazes de fazer outras pessoas entrar nesta mesma amizade com Ele.

Aconselho-vos a guardar na memória os dons recebidos de Deus, para poder transmiti-los ao vosso redor. Aprendei a reler a vossa história pessoal, tomai consciência também do maravilhoso legado recebido das gerações que vos precederam: tantos cristãos nos transmitiram a fé com coragem, enfrentando obstáculos e incompreensões. Não o esqueçamos jamais! Fazemos parte de uma longa cadeia de homens e mulheres que nos transmitiram a verdade da fé e contam connosco para que outros a recebam.

Ser missionário pressupõe o conhecimento deste património recebido que é a fé da Igreja: é necessário conhecer aquilo em que se crê, para podê-lo anunciar. «Tendes de conhecer a vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional de um computador. Tendes de compreendê-la como um bom músico entende uma partitura. Sim, tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação».”


Trechos da mensagem de Bento XVI para as Jornadas Mundiais da Juventude do Rio de Janeiro2013
 
 
 

12 de junho de 2013

Ecos de IX Congresso da JuFra FFP

Passado alguns meses, após o nosso IX Congresso da JuFra FFP, ficou a saudade de momentos como os que vivemos:)
Mas, como recordar é viver, deixamo-vos ecos de dois grupos de Lisboa que disseram SIM ao desafio de conhecer a JuFra e de viver connosco aquele que é sempre um momento tão importante para esta nossa família!



São eles, o grupo 10º ano de catequese do Casal da Silveira e o grupo 10ºano de catequese da comunidade de São Pedro,Vale Grande da Paróquia da Sagrada Família da Pontinha.



  • Partilha do grupo do 10º ano de catequese do Casal da Silveira

Como este Congresso foi bom! J Estar em Jufra é sem dúvida uma coisa especial.

Este encontro foi mais do que fraternidade, união, paz, bem, equilíbrio, mais do que um abraço, sorriso ou palavra, foi tudo isto junto e muito mais. Foi o encontrar ou o reencontrar de um caminho, um caminho para a fé, para a esperança e para o amor. Partilhar é um dar constante de nós, e quando o fazemos de coração aberto o receber deixa de ter importância.

Deus não se esquece de nós nunca, porque por mais difícil que seja a caminhada, Ele vai sempre pegar-nos ao colo quando já não tivermos mais forças para nos levantarmos e irá sempre caminhar ao nosso lado, de mão dada a nós, quando soubermos o que procuramos, quando soubermos o nosso valor, e o valor dos outros, porque é nos outros também que conseguimos vê-Lo.

E é pela fé que nos somos levados até Deus … e foi a tão grande importância que esta palavra tão pequena tem que entendemos melhor.

Partimos vazios, com expectativas inferiores àquelas que acabámos por trazer connosco, no fim da viagem.

Confessamos que ainda não sabemos na totalidade o que significa ser um jovem cristão franciscano, mas sabemos que queremos  descobri-lo e temos a certeza  de que cada chegada é uma partida. A nossa missão não acaba aqui. O que vivemos no Congresso foi apenas um começo, e estamos dispostos a procurar entender cada vez mais, e a cada dia, o que afinal é a fé.

Nestes três dias sentimo-nos diferentes!! Diferentes no sentido de que aprendemos o que era o poder da oração. O poder da oração, o poder do “crer” de tantas pessoas, foi como uma porta aberta a convidar-nos para entrar: “Rema com fé e viveras a caridade”.

Sabemos agora que não podemos deixar o nosso barco guiar-nos, somos nós que temos de remar, e se nós remar-mos, vamos permanecer cheios de coisas boas e do sentimento de conforto de que valeu a pena procurar e de que valeu a pena chegar.

Queremos agradecer, e muito,  à COC, ao antigo e ao novo SN, à AE, a todos os jufristas e, aos que ainda não o são oficialmente, e ao grupo de catequese da Elsa por terem contribuído tanto para a nossa Caminhada. Um destacável agradecimento ao Pedras Vivas e, especialmente,  à  nossa maravilhosa catequista Rita, por todo o carinho e dedicação com que todos os domingos, e não só, vai depositando só coisas boas em cada um de nós.

Para finalizar, queremos  dizer apenas que este fim-de-semana foi muito importante para nós como grupo e também, sem dúvida, individualmente!

Paz e Bem!!!



Como catequista, que proporciona um encontro dos seus jovens com a Jufra, restam-me também deixar-vos uma mensagem.

Ser jufrista tem-me permitido crescer como cristã em vários sentidos. Tem sido uma excelente fonte onde procuro beber do essencial. De atividades como o congresso, surgem experiencias de encontro com Cristo e cruzo-me com pessoas que têm marcado a minha vida.

Caminhar em Jufra tem sido fundamental na caminhada do Pedras Vivas na forma como cresce e trabalha na sua própria paróquia!

Ter a oportunidade de seguir um grupo quase 10 anos, e de lhes possibilitar viver em Jufra é algo muito gratificante. A dada altura é impossível transmitir aquilo que podem viver contudo, deixar nas mãos de Deus a possibilidade de participarem numa atividade é o primeiro passo. Depois fica a semente, que como vejo pelas partilhas dos nossos jovens, haverão de dar fruto!

A experiencia de, enquanto catequista, ter um grupo, que quer integrar a Jufra é algo fabuloso! Mais uma vez não há palavras que o descrevam, pois é algo que se sente e que se nota que os modificou a eles, mas também a mim! Ele faz maravilhas! A nossa caminhada para o Crisma é feita agora com mais Fé, mais firme! Um obrigada aos meus jovens por reacenderem em mim a minha caminhada cristã!




  • Partilha do Grupo do 10ºano de catequese da comunidade de São Pedro doVale Grande – Paróquia da Sagrada Família da Pontinha


«Levantando os olhos ao céu, Jesus exclamou: Pai, esta é a hora! Manifesta a tua glória, a fim de que te conheçam a ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem tu enviaste.»

Jo,17


O 9º Congresso da Jufra, decorrido entre 19 e 21 de abril, foi, para nós, «a hora» de reconhecer, verdadeiramente e em toda a sua glória, o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Espírito Santo.

É difícil expressar o quanto estes dias nos marcaram. O sorriso, a alegria e o ardor no coração estão visíveis nos nossos rostos e são esses sentimentos que queremos que as nossas palavras traduzam.

Este fim de semana foi um culminar de sensações que nunca pensámos ter a oportunidade de viver, especialmente antes do marco tão importante que estamos prestes a celebrar: o nosso Crisma. Não podíamos ter tido melhor preparação! Não podíamos ter sido mais bem encaminhados e «iluminados».

Tivemos o privilégio de conhecer a Jufra. De testemunhar, sentir, comungar, viver o que é fazer parte da família franciscana. Os abraços, as partilhas, as gargalhadas, as cumplicidades foram uma constante. Não conhecíamos a Jufra, é certo, mas a verdade é que, passado pouco tempo, nos sentimos em casa, rodeados de irmãos. Lá provámos que a felicidade e as coisas boas da vida se mostram através da simplicidade, por exemplo num simples abraço, que é sentido como um abraço de alguém que parece que nos conhece desde sempre, ou num simples bom-dia, que é sentido como aquele que recebemos todos os dias.

Remámos juntos, de mãos dadas. De mãos dadas, percebemos o que é viver em fraternidade. De mãos dadas, refletimos sobre a vida e os dons que o Espírito Santo concede a cada um de nós. Sentimos a responsabilidade e a missão que temos, dia a dia, de pôr esses dons a render, a «bombar»… E essa missão ganha um poder e uma intensidade redobrados quando percebemos que estamos de mãos dadas. Que há outros jovens, como nós, que estão dispostos a arriscar viver o mistério inquietante e envolvente da fé.

Nestes três dias, fomos desafiados a deixar a fé efervescer nos nossos corações, na nossa vida! «Rema com Fé e viverás a Caridade» foi o desafio do fim de semana e esse é o desafio que queremos incrementar, agora, no dia a dia. Porque, afinal, «a fé é isto, só isto… mas isto tudo!».

Juntos, enquanto cristãos, movemos multidões através da Palavra. Juntos já construímos igrejas e mosteiros… Mas, acima de tudo, juntos construímos a Fé! Juntos somos mais!

Muito obrigado, queridos irmãos! Muito, muito, muito obrigado por aquilo que despertaram em nós. Caminhamos juntos. Esse é o nosso melhor agradecimento, sabemos.

«Há um vento novo, não um vento de tempestade, é o vento do Espírito Santo.»





 Ficam connosco palavras de corações cheios de amor e de fraternidade!
Um obrigada fraterno a cada um de vós por aceitarem mergulhar mais fundo, em JuFra, neste que é um caminho rumo ao essencial e por o partilharem connosco!
Paz e Bem! 







1 de maio de 2013

Obrigada Manos Alda, Manuel, Pedro, Teresa e Vanessa!


«Como era ardente o amor fraterno dos novos discípulos de Cristo! Que robustos os laços que os prendiam à família religiosa! Sempre que juntos se viam em algum lugar, ou casualmente se encontravam pelo caminho, mais viva irrompia neles a chama do amor espiritual, o único amor capaz de fundir uma autêntica fraternidade. E era de ver como o testemunhavam nos abraços fraternos, no conversar ameno, nos semblantes festivos, no porte humilde, no falar cortês e atencioso, na total unanimidade de vontades, na disponibilidade pronta, infatigável e recíproca.»
(1C, XV, 38-5)

 «Em qualquer aventura, o que importa é partir, não é chegar.»
Miguel Torga

Querido(a) irmão(ã), porque desejamos fazer do ponto de chegada um ponto de partida, confiantes no Amor que Deus tem por cada jufrista e pela JuFra, queremos, fraternamente, agradecer-te por teres feito parte deste nosso caminho e por tudo aquilo que foste e deste!
Agarrar esta missão e ingressar nesta aventura, exigente e desafiante, foi, para nós, uma experiência única, um verdadeiro privilégio, uma fonte muito especial de aprendizagem e crescimento em fraternidade!
Com os nossos corações unidos aos vossos, desejamo-vos a continuação de uma ótima Caminhada de discernimento e crescimento em fraternidade, rumo ao Essencial, remando com Fé e mergulhando mais Fundo! Quanto a nós, cabe-nos, a partir daqui, continuar a remar cheios de , ancorados na fraternidade que une os nossos corações, pondo a render os nossos dons e os frutos que colhemos e que nos moldaram!
Mantenhamo-nos na certeza de que é Ele quem conduz esta nossa barca, que é Ele o nosso Farol Maior!

Juntos, tudo se tornou e tornará mais fácil, tudo fez e fará mais sentido!
Juntos, criámos e criaremos mais do que sozinhos!
Juntos, crescemos e cresceremos no verdadeiro valor da amizade e fraternidade, demos e daremos forma e liberdade a estas palavras!
Juntos, foi e será mais fácil estar perto de Deus!
Juntos, fez e fará mais sentido!
Juntos, tornou-se e tornar-se-á tudo mais fácil!
Juntos, fomos e seremos instrumentos de Deus!
Juntos, nunca nos vamos separar!
Juntos, vamos ficar!
Juntos, em Ti encontrámos e encontraremos a coragem, a esperança e aprendemos e aprenderemos a amar!
Juntos, aumentámos e aumentaremos a nossa Fé, para a vivermos mais intensamente!
Juntos, conseguimos e conseguiremos encontrar a Paz e a Serenidade para encarar novos desafios!
Juntos, tudo o que vivemos, estamos a viver e vamos continuar a viver faz mais sentido!
Juntos, “remamos porque acreditamos”!
Juntos, somos “rostos da Fé”!
Juntos, queremos caminhar “pela Fé, até Ti”!
Juntos, somos jovens cristãos franciscanos, peregrinos de sentido, neste Mundo que nos chama!

Paz e Bem com o coração cheio da verdadeira alegria!
Os vossos irmãos,
Alda Silva, Manuel João, Pedro Virgílio, Teresa Oliveira e Vanessa Antunes

31 de março de 2013

Uma Santa Páscoa, manos!






Uma alegria misteriosa temperava, entretanto, aquela tristeza, e a singularidade deste facto mergulhava em profundo assombro os seus espíritos. Destarte, transformaram-se as lágrimas em júbilo e o luto em cânticos festivos. Jamais tinham ouvido ou lido coisa semelhante ao que os seus olhos viam e que, de outra forma, se furtariam a acreditar, não fosse aquele testemunho irrecusável. E o que na verdade viam era a imagem da Cruz e da Paixão do Cordeiro imaculado que lavou os pecados do mundo. Dir-se-ia, ao contemplá-lo, que o tinham descido naquele instante do patíbulo da cruz, com as mãos e pés trespassados pelos cravos, e o lado direito como que varado por uma lança. E viam também a sua carne, antes morena, resplandecer de uma alvura e beleza sobre-humanas, qual penhor de feliz ressurreição. O rosto era como o de um anjo, como se vivo estivesse e não morto, e todos os membros tinham a flexibilidade e a frescura dos de uma criança. Não se lhe via endurecida a pele, nem contraídos os nervos, nem rígidos os membros, como acontece aos mortos, antes conservava a mesma maleabilidade que tem um corpo vivo.”
Tomás de Celano - Vida Primeira (1 C 112, 6-12)





Queridos irmãos jufristas,

Que a Paz e o Sumo Bem estejam convosco!
Depois de termos vivido esta Quaresma intensivamente em Comunidade, na JuFra, no nosso Retiro e em cada grupo, estamos preparados para participar na Ressurreição de Jesus, Ele que Se libertou das correntes da Morte e nos livrou do Pecado. Olhemos para este Jesus, que Se levantou glorioso e, ao jeito de Francisco, procuremos libertar-nos também das amarras do nosso dia a dia, para que O possamos louvar e servir melhor.

Um abraço fraterno, com votos de Feliz e Santa Páscoa,
Secretariado Nacional da JuFra FFP



28 de março de 2013

Propostas de Hinos para o Congresso'13


Queridos manos,

Aqui vão as tão aguardadas propostas de hinos para o nosso tão esperado IX Congresso'13 :)


Temos 3 propostas, enviadas pelos manos Pedras Vivas, Poverello de Assis e Sóis de Bênção.
Como referido no regulamento do hino, cada grupo terá de nomear aquele que acha que deve ser o hino vencedor e, para isso, deve enviar o seu voto, até dia 8 de Abril (2ª Feira), para o e-mail da COC.

Posteriormente,  o grupo do hino vencedor será contactado por nós, fazendo depois a sua apresentação oficial na abertura do IX Congresso'13, em Minde.

Para ouvirem cada um dos hinos, terão apenas de aceder a cada um dos links que disponibilizamos  em baixo! Boa votação!

Abraço Fraterno em cada um :)


Paz e Bem,

COC'13


  • Pedras Vivas - Lisboa
          Título: ''Pela Fé, até Ti''

 Link:



  • Poverello de Assis - Leiria
           Título: ''Em JuFra remamos porque acreditamos!'' 

Link:



  • Sóis de Bênção
         Título: ''Rosto da Fé''




Link:




26 de março de 2013

COC e JuFra a remar... Até ao Congresso!


Partilha dos manos do Sóis de Bênção

Faro 2013




Meditando acerca do evangelho... assalta-me o pensamento de que todos nós somos constantemente "apedrejados" por tudo aquilo que nos pressiona à nossa volta. A discriminação, o preconceito, a ira, a perseguição, a descrença que muitas vezes nos assombram, obrigam-nos a dar uma resposta... e aceitar a proposta de Jesus.

- Ter fé nos dias de hoje é visto pela nossa sociedade, como algo retrógado. A força da oração ajuda-nos a edificar a razão, de que não estamos sós neste mundo injusto. Pois, Deus está presente em todos os discípulos que procuram viver a sua própria vida, escondida na vida de Cristo.

- Jesus está naqueles que dão testemunho de luta por justiça, pela paz e pelo bem comum, algumas vezes chegando a entregar a própria vida em todos os acontecimentos, que nos convidam a procurar um mundo mais justo e mais fraterno em toda a realidade humana, cujos limites às vezes causam dor e nos agoniam. 


- "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,20).

- A importância que a fé teve na experiência cristã de Francisco incentiva-nos a reconsiderá-la e a aprofundá-la também nas nossas vidas.

- Tal como Francisco, num enorme gesto de humildade, se converteu e se despojou do seu estatuto e das suas vestes, também nós saibamos renunciar aos muitos deuses que nos aprisionam. Vivendo o essencial através da caridade.

- “No início de um ser cristão não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá à vida um novo horizonte e, com ele, uma orientação decisiva” (Bento XVI).

Paz e bem